"Pulmão artificial" ajuda o ex-prefeito Paulo Ernesto a respirar; equipe medica prepara transferéncia


Internado há 10 dias na UTI do Hospital Ames por complicações da Covid-19 e apresentando uma piora em seu quadro de saúde, o  ex-prefeito de Eunápolis, Paulo Ernesto Ribeiro da Silva, Paulo Dapé, 63 anos, respira desde ontem através de um aparelho de nome ECMO, que funciona como um pulmão artificial, substituindo as funções do órgão. 

 O ECMO foi trazido de São Paulo e o procedimento foi feito por uma médica que tambem veio de lá.

Após a instalacão do equipamento respiratório,  a  transferência de Dapé para um hospital da capital paulista, prevista para a tarde desta quarta-feira, estava sendo preparada.

Como funciona o ECMO

Em vez de a oxigenação ser feita pelo pulmão, o equipamento passa a fazer praticamente todo o processo. Um tubo colocado na perna puxa o sangue — em uma velocidade de até sete litros por minuto — para a membrana extracorpórea, onde é feita a troca gasosa, retirando o dióxido de carbono e colocando oxigênio. Depois, o sangue oxigenado retorna para o corpo do paciente por meio de uma conexão feita no pescoço.

Também infectada pela Covi-19, a prefeita eleita de Eunápolis, Cordélia Torres, 46 anos, diz que o quadro ainda inspira cuidados e pede que todos estejam em oração pela reabilitação e cura de Paulo Ernesto, em especial as crianças.

Ela pede também que as pessoas não se descuidem, que continuem usando máscaras e álcool 70", disse Cordélia, que já se recuperou.

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